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É muito importante que os donos dessas áreas observem a altura que as árvores podem alcançar e o quanto devem estar distantes da rede elétrica para evitar que, em dias de ventos fortes e tempestades, não corram o risco de caírem sobre a rede ou alcançarem a fiação elétrica.
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A queda de vegetação sobre os cabos da rede elétrica é a uma das principais causas das interrupções acidentais no fornecimento de energia elétrica, entre todos os tipos de acidentes com a rede elétrica em Santa Catarina.
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Em regiões como o Planalto Serrano e Meio-Oeste catarinense, onde há forte presença de áreas de reflorestamento de eucaliptos, pinus e de araucárias, o problema é ainda mais grave. Além da interrupção no fornecimento de energia, o contato direto das árvores, galhos e cascas arremessadas sobre os condutores pode causar curto-circuito e prejuízos aos consumidores.
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Considerando os problemas recorrentes com as quedas no fornecimento de energia, a equipe da CELESC de Anita Garibaldi concluiu nesta semana os trabalhos de roçada e limpeza na vegetação próximas da linha de transmissão que abastece a subestação localizada no Bairro Aparecida na cidade anitense.
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As ações se concentraram em toda a extensão da linha que está no território de Anita Garibaldi, onde uma outra equipe da Celesc de Campos Novos efetua a limpeza no território do referido município.
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O que diz a Lei
A Lei nº 17.588, que estabelece limites para o plantio de árvores exóticas e nativas próximo à rede elétrica, está em vigor desde 30 de outubro de 2018. De acordo com suas diretrizes, seja em área urbana ou rural, a faixa mínima de segurança para o plantio de plantas de grande porte é de 30 metros (15 metros de cada lado) para espécies folhosas, como o eucalipto, e de 15 metros (7,5 metros de cada lado) para espécies coníferas, como por exemplo o pinus. Ambas são muito utilizadas em reflorestamentos.